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DX - Leo Jensen PY1LJ

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Artigo escrito por Leo Jensen para a Feirinha Digital

IV - Dicas, Equipamentos e Acessórios

UTC

UTC (Universal Time Coordinated) significa Hora Universal Coordenada. Convencionou-se empregar, internacionalmente, a UTC para facilitar os registros horários. Explicar, detalhadamente, tudo sobre UTC seria por demais cansativo e aumentaria a celeuma sobre o tema. Digo isto pois alguns colegas encontram uma certa dificuldade para assimilar, e anotar, corretamente a UTC. A vivência tem demonstrado que vários cartões QSL recebidos do exterior, e do Brasil, são preenchidos erradamente neste quesito. Se isso ocorre com QSL Managers, por que seria diferente com os demais? A verdade é que tem muita gente que não sabe, mesmo, anotar a hora UTC. Então, sem muito blá blá blá, vamos logo à "vaca-fria".
Digamos que você iniciou o seu QSO, por exemplo, às 10:27 horas (hora local, ou seja, a hora que está marcando o seu relógio, naquele instante), não importando quanto tempo vai durar o contato. Fica valendo, para o registro da hora, o primeiro minuto mesmo que o "papinho" dure horas. Muito bem. Então, como marcar no cartão QSL a hora UTC? A explicação é simples: Some mais 3 (três) horas. Você marcaria então 13:27 UTC, certo? E se o contato foi às 22:13 horas (hora local)? Marque 01:13 UTC. Mas ...... e no Horário de Verão? Como é que marca? Se o QSO começou às 10:27 horas (hora local), Horário de Verão, você vai marcar 12:27 UTC. Lembre-se que a hora UTC não muda. O Governo Brasileiro é que mandou você adiantar o seu relógio em uma hora (no caso das regiões do Sudeste; as demais seguem o mesmo exemplo), certo? E se fosse às 22:13 horas (hora local), Horário de Verão? Marca-se 00:13 UTC. Confere? E não se fala mais nisso.

Equipamentos

São os Rádios, ou seja, os Transceptores. Falar sobre eles é colocar lenha na fogueira da polêmica que nunca se apaga pois, afinal, todos os Radioamadores tem o(s) seu(s). Mas, qual seria o melhor equipamento? EDUCADAMENTE, diria que Rádio bom é o SEU. Desde que ele atenda à, pelo menos, 3 (três) requisitos mínimos: Uns 100 watts de potência de saída, mais ou menos, Áudio compatível (sobre Áudio a palavra fica com o Humberto (PY1TTN), na Feirinha Digital) e que não transmita (não corra) fora da freqüência. TECNICAMENTE, deixo as explicações para os estudiosos e pesquisadores do assunto, bem como para os profissionais da área. PARTICULARMENTE, prefiro os modernos. Aqueles que possuam DSP, filtros, recepção contínua, memórias, VOX, 2 VFO, faça "split", tenha NB, e a recepção seja boa, entre outros recursos. Rádios antigos também cumprem o seu papel. Não os estou desmerecendo porém, por serem antigos, assim como muitas das coisas que nos cercam, necessitam de manutenção e a probabilidade de não se encontrarem mais peças de reposição é um fato à ser considerado. Já nos modernos, uma coisa é certa. São equipamentos de tecnologia de ponta.

Acessórios

A Estação de um Radioamador não é tão somente um Rádio, uma Fonte, Cabo com Conectores e uma Antena. Pode até ser, no início ou durante um certo período, porém, muito provavelmente, acabará, com o tempo, por incluir um conjunto de acessórios que a complementarão e proporcionarão, ao seu operador, maior confiabilidade e conforto, durante seus QSO's. Um bom Relógio é um acessório indispensável porém, pode-se citar outros como Medidores, Sintonizadores, Manipuladores, Lineares entre tantos mais. Alguns dos Rádios modernos já incorporam, internamente, Medidores e/ou Sintonizadores. Para os Equipamentos desprovidos destas alternativas é recomendável a aquisição de Medidores que conjuguem as leituras de potência e onda estacionária, bem como de um Sintonizador de Antena (Antenna Tuner ou, simplesmente, Tuner), também conhecido como Acoplador. Os Sintonizadores de Antena, para HF, podem ser automáticos ou manuais. O interessado, inclusive, poderá construir o seu próprio Sintonizador, bem como o Manipulador (para o CW). Um sem fim de acessórios contribuem para o aprimoramento da Estação. Podem-se registrar alguns, tais como:

  • Os Informativos: Relógios, Termômetros, Multímetros, Mapas, etc.

  • Os Básicos: Torres ou tubos de sustentação, Cabos de "Estai", Esticadores, Prendedores, Fixadores, Rotores, Fontes de Alimentação Estabilizadas, Cabos Co-Axiais, Conectores, Filtros de Linha, etc.

  • Os Obrigatórios: Carga-Fantasma, Filtro Passa-Baixa, etc.

  • Os Complementares: Fones-de-Ouvido, Cabos Co-Axiais para ligações entre acessórios, Caixas-de-Som, "Baluns", Ventoinhas, Chaves-de-Antena, "Switches", Centelhadores, Microfones (conjugados ou não com recursos de Áudio), etc., entre outros.

Os Amplificadores Lineares são um capítulo à parte. São peças que se destacam. Podem ser totalmente automáticos ou manuais, na sua grande maioria. Requerem do operador, quando manuais, prática e atenção no manuseio. Na quase totalidade dos Lineares manuais, as Válvulas são o principal componente interno, apesar de que existem Lineares totalmente transistorizados. Pode-se dividir os Lineares em, pelo menos, duas categorias:
Os pequenos Lineares (entregam até uns 600/700 Watts de potência) e
Os grandes Lineares (entregam acima de 1000 Watts (1Kw) de potência).

O emprego de potências elevadas requer cuidados. Antenas, Cabos Co-Axiais e "Baluns" devem ser apropriados. Exige-se um bom aterramento (inclusive como uma Norma Geral), atenção e esmero na fiação elétrica e nas respectivas tomadas de alimentação, bem como nas sintonias e nas potências de entrada (excitação). Levar em consideração a possibilidade de se causar interferência, quando operar um Linear, o que é proibido.

Antenas

Está aí assunto para mais de metro. Eu diria para quilômetros. Falar sobre Antenas seja, talvez, um dos assuntos prediletos do Radioamador. Costumo afirmar que Radioamadorismo é Antena. E o que não falta são inúmeros tipos delas. Sempre existirá uma Antena, ou um conjunto delas, para as suas necessidades, sendo que você, também, poderá fazer a sua. Quanto à literatura, indico Lew Mc Coy, William I.Orr (W6SAI), Antenna Book e outros periódicos da ARRL, só para "começar", pois inúmeros são os livros e publicações sobre Antenas.

Tipos de Antenas

Das mais conhecidas, destacam-se:

  • Verticais (Ringos, Planos Terra, etc.)

  • Direcionais (Yagis, Empilhadas, etc.)

  • Dipolos e Vertipolos

  • Dipolos Encurtados com Bobinas (Trapp)

  • "V" Invertida

  • "Bigode-de-Gato"

  • Long-Wire

  • Delta Loop

  • Bazooca

  • G5RV

  • Linha Aberta

  • Beverage

  • Colineares

  • Jotas

  • Cúbicas de Quadro

Das, razoavelmente, conhecidas, destacam-se:

  • B&W

  • Marconi

  • Loop

  • Loop Marconi

  • Sloper

  • Half Sloper

  • Windom

  • Carolina Windom

  • Rômbicas

  • Dipolo meia onda para 80 metros e encurtada para 160 metros (consulte o Gio Romanini, PY2CDS)

  • "Galhuda ou Gaiúda" (consulte o Célio, PY1TNT)

Das pouco conhecidas:

  • W5GI Multibanda (ver artigo da CQ, Julho de 2003)

  • Slanted Rope (ver artigo da Radio-Electronics, Julho 1989)

  • Sloping "L" para 160 metros (ver artigo da CQ, Agosto 1983)

  • Delta Beam para 20 metros (ver artigo da CQ, Maio 1980)

  • Windom modificada para 15 metros (ver artigo da CQ, Junho 1984)

  • Dual-Loop para 12 metros (ver artigo da CQ, Outubro 1985)

  • Yagi 5 el. Broad-Band para 20 metros (ver artigo da CQ, Outubro 1996)

  • Lazy-V (ver HF Handbook de William I.Orr)

  • Double Zepp (ver artigo da QST, Dezembro 1987)

  • "L" Invertida (ver artigo da QST, Julho 1991)

  • JF (ver artigo da QST, Novembro 1982)

Lembre-se que ao instalar sua(s) Antena(s), você não deverá se descuidar do correto direcionamento dela(s). No caso das Direcionais, o Rotor fará o serviço para você, desde que você "aponte" corretamente. Por exemplo: Japão 0 graus, Austrália 180 graus, Europa entre 25 e 45 graus, EUA entre 320 e 335 graus. São exemplos válidos para o Rio de Janeiro. Se for São Paulo, menos uns 4 ou 5 graus, mais ou menos. Daí a importância do Mapa Azimutal, centrado na sua localidade. Caso a Antena seja fixa (e não seja Vertical) direcione-a para a área de seu interesse, mesmo que não objetive o DX, levando em consideração os lóbulos de irradiação.

Fabricante de Antenas

Dos mais conhecidos, destacam-se:

  • Cushcraft

  • Hy-Gain

  • Comet

  • Diamond

  • Hustler

  • Butternut

  • M2

  • Van Gorden

  • NCG

  • MFJ

  • Radiall/Larsen

  • GAP

  • Out Backer

  • Alpha Delta

  • Nagoya

  • Voyager

  • Antenas Electril

  • Antenas Aquário

  • Idealiza

  • ARS

  • Antenas Presidente

Dos pouco conhecidos, destacam-se:

  • IAC

  • Isotron

  • JVP

  • AOR

  • Solarcon

  • Antenex

  • PAR

  • Antenna Specialists

  • Arrow Antenna

  • Premier

  • The Smiley Antenna Inc.

  • Shakespeare

  • Atoc Tecnologies

  • Valor

  • Create

Evidentemente, é impossível se fazer uma lista completa de tantos modelos/fabricantes de Antenas. Foi, tão somente, um mero exemplo ilustrativo, no sentido de se passar algumas informações para os iniciantes. Sugere-se mais pesquisa. Peço, portanto, desculpas se errei pelo excesso ou pela omissão.
Encerro, por aqui, deixando de registrar, propositadamente, outros tópicos (operações em RTTY, CW, EME, SATÉLITE, etc.), até como forma de motivar os colegas à se manifestarem sobre esses e outros assuntos que se correlacionem ao Radioamadorismo, como um todo.

73 a todos,

Leo Jensen

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